sábado
quarta-feira
Aécio de mãos dadas com o PT
Vocês sabem que Aécio é um conciliador. Ele concilia. A qualquer custo. Eis o custo:
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Cenário um – Com Azeredo como candidato tucano-
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Eduardo Azeredo (PSDB) – 24%-
Patrus Ananias (PT) – 22%-
Antonio Roberto (PV) – 9%-
Leonardo Quintão (PMDB) – 7%-
Jô Moraes (PC do B) - 4%-
Sérgio Miranda (PDT) – 2%-
Gustavo Valadares (DEM) – 1%-
Brancos/Nulos – 18%-
Não sabe – 13%
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Cenário dois – Com João Leite como candidato tucano-
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João Leite (PSDB) – 25%-
Patrus Ananias (PT) – 23%-
Antonio Roberto (PV) – 9%-
Jô Moraes (PC do B) - 5%-
Leonardo Quintão (PMDB) – 5%-
Sérgio Miranda (PDT) – 2%-
Gustavo Valadares (DEM) – 2%-
Brancos/Nulos – 17%-
Não sabe – 12%
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Cenário três – Com Azeredo, sem Patrus-
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Eduardo Azeredo (PSDB) – 26%-
Antonio Roberto (PV) – 10%-
Leonardo Quintão (PMDB) – 9%-
Jô Moraes (PC do B) - 7%-
Roberto Carvalho (PT¨) – 3%-
Gustavo Valadares (DEM) – 2%-
Brancos/Nulos – 25%-
Não sabe – 13%
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Cenário quatro – Com João Leite, sem Patrus-
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João Leite (PSDB) – 31%-
Antonio Roberto (PV) – 10%-
Jô Moraes (PC do B) – 8%-
Leonardo Quintão (PMDB) – 8%-
Roberto Carvalho (PT¨) – 3%-
Sergio Miranda (PDT) – 3%-
Gustavo Valadares (DEM) – 2%-
Brancos/Nulos – 22%-
Não sabe – 14%
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Postado por Blog do Daniel Ravena às 1:23 AM 2 comentários
No orkut 2 - A réplica de Victor e a minha tréplica
Postado por Blog do Daniel Ravena às 1:01 AM 2 comentários
No orkut 1
Concordo com Hayek. Mas acho que o nobre pensador pouco se importou em analisar aquilo que Raymond Aron não se cansou de mostrar: se a luta de classes é uma fantasia inexistente, por outro a organização da sociedade num regime democrático não implica a inexistência de luta pelo poder. E ele se dá de formas muito diferentes, embora sejam sempre positivas. Assim, o expropriado de Hayek terá sempre a oportunidade e a expectativa – politicamente falando – de reverter o presente a seu favor, alterando as forças políticas e de poder que conduziram à injustiça sentida por ele. O mesmo ocorre do outro lado da equação. Assim, a estabilidade política, com a alternância de poder, vai equilibrando as injustiças geradas pelo sistema, de modo que quando o sistema político pende demais para o capital, a tendência é o mesmo sistema parir um governo comprometido com a proteção social. Se, no entanto, temos um sistema que não remunera devidamente o capital, com uma política de proteção social muito custosa (expropriação exponencial), a tendência é o mesmo sistema parir um governo comprometido com a liberalização da economia e redução do peso do estado. Assim, a democracia é a válvula que equilibra social democracia e liberalismo. De certo, o socialismo é que não combina com a democracia. Na social democracia, embora sua configuração flerte com o injusto e, para mim, promova expropriação e intervenção em demasia, admite a convivência com o capitalismo, razão pela qual a estabilidade entre ambos é a regra.É isso aí. Fonte: eu mesmo.
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terça-feira
Ainda a vontade soberana do povo
Ah! A mensagem do rapaz continua: direita enlatada e tralalá. Poupei o estômago do leitor.
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domingo
A "vontade soberana do povo" não existe
Não existe a tal "vontade soberana do povo" senão aquela assim definida e delimitada pelo sistema democrático que a torna realidade. Ora, não há que se falar em "vontade soberana do povo" em sistemas autoritários. Não há que se falar em "vontade soberana do povo" em sistemas que combatem a liberdade de expressão. Não há que se falar em "vontade soberana do povo" em sistemas que suprimem a divergência e a oposição ao poder. Isso porque a própria noção de "vontade soberana do povo" nasce da liberdade de expressão, do respeito à divergência e da oposição ao poder. Tais direitos não só são o berço da tal "vontade soberana do povo", mas guardiões dela.
Assim, utilizando-se de mecanismos primários de lógica, deduzimos que qualquer "vontade soberana do povo" tendente a subtrair o código de leis que garantem a expressão e exercício de tal vontade não pode ser respeitada, mas deve ser rejeitada e combatida com toda a força e vigor.
A “vontade soberana do povo”, quando traduzida em atos que visem à destruição dos pilares da democracia, não pode ser respeitada, pois afronta as garantias constitucionais que dão sentido mesmo a elas e, ainda, submetem indevidamente a minoria. E uma democracia não se faz só pela vontade das maiorias, mas também pelo respeito aos direitos individuais das minorias. É o mundo civilizado possível. Convido os iluminados a sugerir outro melhor.
Postado por Blog do Daniel Ravena às 4:26 PM 2 comentários
Por que a esquerda combate o filme “Tropa de Elite”?
Então, Padilha volta. Agora, com “Tropa de Elite” (2007). Um sucesso como há muito não se via no cinema nacional. Não lembro de ter visto um filme brasileiro tão procurado. Prova de que o que falta ao cinema nacional não são esmolas - seja para o produtor, seja para a audiência -, mas respeito, qualidade e visão de mercado. E como o filme foi recebido pelos que antes louvavam José Padilha? Como lixo fascista, conspiração da direita para impor os valores da repressão, mentira deslavada etc. O herói da esquerda virou vilão.
A pregação esquerdista a favor de “Ônibus 174” (2002) determinou o movimento contra “Tropa de Elite” (2007). Isto porque se o filme de 2002 é um tratado sociológico, o de 2007 também teria de ser visto como tal. Se o de 2002 foi defendido como verdade absoluta, o de 2007 teria de ser combatido como mentira deslavada. Se o de 2002 é bom porque mostra a suposta realidade que ninguém vê – só o esquerdista –, o de 2007 é mau porque mente sobre a realidade e estimula a violência. Já é uma bobagem considerável falar em “realidade” quando estamos tratando – ora vejam – de filmes. No máximo, a realidade dá algum sentido à ficção. Nada mais. Porém, bobagem maior é supor que a sociedade é incapaz de entender a diferença entre ficção e realidade. Como se, de uma ora para outra, o público passasse a aprovar o método do saco (quem assistiu ao filme sabe do que estou falando) só porque gostou do filme.
Boa parte das críticas ao filme mira o personagem Capitão Nascimento, que por sinal tem o mesmo sobrenome do personagem principal de “Ônibus 174” (2002). De certa forma, os "Nascimentos" - o Sandro de “Ônibus 174” (2002) e o capitão de “Tropa de Elite” (2007) – são apresentados como símbolos de um mesmo problema. Volto ao Capitão do Bope. A esquerda acredita – ou finge que acredita – que o personagem estimula a sociedade a dar carta branca à polícia, endossando, assim, truculência e tortura. Mas a verdade é que o personagem é apresentado ao público com todos os seus vícios e virtudes. O dilema inescapável é que ele, apesar da entrega absoluta ao arcabouço moral do Bope, quer deixar o batalhão. O público entende o paradoxo. É a esquerda que finge não entender. O que encanta o público no personagem não são os vícios do capitão, mas as virtudes. O que empolga o brasileiro é ver Nascimento, apesar de tudo, tratar bandido como bandido, sem condescendências, sem os limites impostos por nossa consciência culpada, como bem escreveu Contardo Calligaris. O brasileiro cansou da narrativa que procura emprestar misticismo e um ar romântico ao banditismo.
Insatisfeita com a suposta repercussão da cultura do Bope, a esquerda passou, então, a defender o que seria “a grande crítica” do filme, como se este se prestasse ao exercício primário de identificar a “moral da história”. Mais uma vez, a mídia “golpista e direitista” caiu na conversa mole. Para os iluminados, “a grande crítica” do filme é a ineficácia de se combater a violência com mais violência. Trata-se de pura mistificação. O bom de “Tropa de Elite” (2007) é justamente a ausência da tal “a grande crítica”, que sempre se revela uma doutrinação. Sem deixar de lado os preconceitos, paradoxos, as verdades, mentiras, angústias e aflições que consubstanciam a visão da polícia sobre o tema violência, o filme prefere expor nas telas imagens e impressões do combate entre uma polícia incorruptível e a criminalidade, despidas do discurso politicamente correto, à "explicação" da violência. Padilha deixou para o público as escolhas morais. Sem dizer sim à truculência da polícia, o público escolheu dizer não à cultuada visão romântica do banditismo. Enfim, o público prova que não gosta de ser alvo do adestramento sociológico promovido pelo bom mocismo da crítica engajada. Se o filme é bom, vai ao cinema, seja ele nacional ou estrangeiro.
A verdade, dura para a esquerda, é que o sucesso do filme não se explica pelo seu suposto “direitismo”, mas pelo seu não-esquerdismo. O que deixa a esquerda furiosa é que, com “Tropa de Elite” (2007), “Ônibus 174” (2002) deixa de ser uma verdade absoluta. O que a esquerda não admite é que, entre o cinema que doutrina uma moral e o cinema que simplesmente dramatiza, o público escolheu este último.
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sexta-feira
A Lógica achada na Rua
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"O homem certo no lugar certo"
Postado por Blog do Daniel Ravena às 9:07 PM 0 comentários
sábado
A Santa Igreja Católica coloca-se em Xeque
O apoio de certo setor da Igreja Católica ao movimento "A Vale é nossa" acirrou um sério conflito no seio da Igreja. E não poderia ser diferente. O católico sabe (ou deveria saber) que a política de batina vai de encontro à Fé Católica. Não foi por outra razão que o Santo Papa Bento XVI afirmou, em visita ao Brasil, o que segue:
[...]"Queridos irmãos e irmãs, este é o rico tesouro do continente latino-americano, seu patrimônio mais valioso: a fé em deus amor. Esta é a vossa força, que vence o mundo. Isto é o que torna a América Latina o 'continente da esperança'. Não é uma ideologia política, nem um movimento social, tampouco um sistema econômico. É a fé em deus amor encarnado, morto e ressucitado em Jesus Cristo, é o autêntico desta esperança que produziu frutos tão magníficos desde a primeira evangelização até hoje"
Ateus e não-católicos têm todo o direito de pensar o que bem entenderem sobre a Igreja Católica, o Papa Bento XVI, o cristianismo, bem como refutar a religião ou ignorá-la. O católico, no entanto, deve (eu disse deve) ter a Fé Católica como norte ético. A conduta, no seio dos que comungam da Fé na única Igreja de Cristo, deve ser pautada pelos mandamentos, pelos dogmas, que salvam o espírito das mazelas da carne. Quem não estiver interessado, esta livre para deixar a Igreja. Bispos e padres têm uma missão de Fé. Os que estiverem interessados em "salvar" pela ideologia ou pela luta de classes em detrimento da Fé na Santa Igreja Católica, em Cristo, deve deixar a batina. Não sendo assim, usa-se dos valores da tradição Católica para dar credibilidade ao ideologismo rabujento. Faz-se da batina um instrumento da antifé. A missa na Catedral da Sé - aquela que se protege da pobreza da Praça com altas e firmes cercas de aço - foi um espetáculo da vulgaridade da Teologia da Libertação. A Igreja Católica no Brasil, faz tempo, está em xeque e parece não saber como fugir da armadilha.
Postado por Blog do Daniel Ravena às 2:33 PM 2 comentários
sexta-feira
A PETROBRÁS É NOSSA!
O petismo fez das estatais palco de política e poder. Elas servem para conquistar apoios, alocar aliados, financiar campanhas, fazer publicidade pró-governo, encomendar atos lulistas. O petismo privatizou as estatais, e sem leilão.
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quinta-feira
O vermelho do Mackenzie também assumiu um colorido esquerdista
Vejam a questão nº 60 do vestibular do Mackenzie:
• Desregulamentação do mercado nacional
• Ampla política de privatização das empresas estatais
• Manutenção de altas taxas de juros para atração do capitalestrangeiro
• Corte de gastos governamentais destinados a serviços e programassociais
• Flexibilização da legislação trabalhista
As medidas relacionadas acima se destacaram entre as mais importantes da política econômica posta em prática ao longo dos oitos anos do governo FHC (1995-2002). Há certo consenso segundo o qual elas permitem caracterizar essa política como sendo
a) nacional-desenvolvimentista.
b) comunista.
c) neoliberal.
d) keynesiana.
e) socialista.
Postado por Blog do Daniel Ravena às 7:45 PM 0 comentários
domingo
Sobre Professores, Greve, CUT, Apeoesp e a República Sindical
É o que está acontecendo com os professores admitidos pela Lei 500/74 em São Paulo. Trata-se de uma massa de mais de 160 mil trabalhadores manipulada pelas Centrais Sindicais. Trata-se de uma massa de trabalhadores a serviço do PT.
Por que afirmo isso? Porque a Apeoesp está liderando uma greve sem sentido no Estado. Ela foi anunciada, inclusive, durante as comemorações do dia do Trabalho, naquelas festas em que se cantavam as glórias do governo federal e a “nefasta” administração do governo paulista. A Associação dos Professores é contra a transferência dos professores temporários para o regime do INSS, pois com ela os servidores perderão diversos benefícios. Segundo ela, "a lei do Serra" – que cria o SPPrev - prejudica os professores. "É Greve!", conclama.
Dos fatos: atualmente, todos os servidores do Estado de São Paulo que foram contratados pela Lei 500, de 1974, contribuem e se aposentam segundo o regime de Previdência do Estado, que deve ser centralizado no SPPrev. Ocorre que o governo federal quer transferir os temporários para o INSS, seqüestrando o dinheiro da contribuição, algo estimado em R$ 15 bilhões. O governo do Estado não quer. Decidiu comprar a briga com o governo federal. Já existe um processo no judiciário acerca do conflito de que falo acima. O Governo Federal ameaça com o corte de verbas os Estados que não se adequarem à Lei Federal que obriga a transferência. Recursos para obras de saneamento básico, construção de novas linhas do Metrô etc estão sendo garantidos ao Estado de São Paulo por meio de liminares concedidas pela Justiça.
Ou seja: o governo do Estado luta contra o Governo Federal, de Lula, para que os servidores admitidos pela Lei 500/74 continuem sendo regidos pelo regime de previdência do Estado e o que faz a Apeoesp? Cala-se em relação aos fatos e cinicamente joga os sindicalizados contra o governo do Estado, de Serra.
Se a tal Apeoesp quisesse mesmo "lutar" pelos direitos dos professores estaria em Brasília, com o presidente da CUT, atual ministro do Trabalho de Lula, exigindo dele o recuo do Governo Federal. No entanto, os professores devem se preocupar, pois a entidade não fará isso. Não fará porque a agenda sindical é meramente política. Não fará porque os interesses defendidos por ela não são os dos professores, mas os do PT. Não fará isso porque o PT pauta a agenda da CUT e esta a da Apeoesp. Os professores que vão às ruas protestar contra a “Lei do Serra” são uma massa a serviço do PT e contra seus próprios interesses.
Não é demais lembrar que o Estado de São Paulo tem muito a perder com toda essa história. É briga de gente grande. Uma briga que deveria ser comprada por aqueles que foram eleitos para defender os interesses do Estado de São Paulo junto ao Governo Federal. E onde está Suplicy, o senador eleito pelos paulistanos para fazer isso? Ah, sim, cantando um rap ...
Postado por Blog do Daniel Ravena às 3:34 PM 2 comentários
terça-feira
Jesus: "um tremendo de um socialista que discriminava os ricos e os nobres". Eis o que pensam alguns liberais. Por isso detesto rótulos.
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Rodrigo Constantino e o texto "A Carta de Dawkins". Na verdade, a educação pela fé não impede a reflexão.
"Dawkins diz: "Eu sempre quis encorajá-la a pensar, sem dizer a ela o que pensar". Costumo fazer o mesmo com minha filha, evitando a doutrinação e tentando estimular o questionamento. Quando ela pergunta se viramos anjos quando morremos, por exemplo, respondo que não sei, que alguns acreditam que sim e outros pensam que não, mas que o mais importante é ela não deixar de questionar, não aceitar uma resposta pronta, e também focar mais na vida que na morte.Isso é bem diferente de um pai que responde um enfático “sim”, fechando todas as portas de reflexão para uma criança ainda imatura"
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sábado
É carnaval. Tô fora. Prefiro a costureira e o namorado dela
Postado por Blog do Daniel Ravena às 5:13 PM 0 comentários
quinta-feira
Rodrigo Vianna é o mais novo colega de trabalho de Paulo Henrique Amorim
Postado por Blog do Daniel Ravena às 10:55 PM 0 comentários
Pena de Morte para os "bandos felizes"
Postado por Blog do Daniel Ravena às 8:27 PM 0 comentários
domingo
"A seita anticapitalista e a tristeza do Jeca"
Reinaldo Azevedo
Colunista de Veja
Postado por Blog do Daniel Ravena às 12:30 PM 1 comentários
Agora, o "Tapa-Buracos" do PT quer ser ministro da Justiça
Tarso Genro já foi ministro da Educação, presidente do PT, líder do governo, moleque de recados da campanha Lula, e, finalmente, ministro das Relações Institucionais. É o "Tapa-Buracos" do PT. Agora, ele quer ser ministro da Justiça. O homem não tem o menor apreço pela imprensa livre. Certa feita, disse que há "uma santa aliança sendo articulada em toda a grande mídia para atacar os 'avanços democráticos' do governo Lula". Defende um tal socialismo republicano e que a imprensa seja vigiada por um conselho. O "Tapa-Buracos" pode ser mais perigoso do que se imagina.
Postado por Blog do Daniel Ravena às 11:34 AM 0 comentários


